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Construção Civil sofre impactos da crise no país!

O trabalho poupa-nos de três grandes males: tédio, vício e necessidade.

Voltaire

Diante do cenário que o país enfrenta por conta das muitas operações que desbaratinaram esquemas gigantes de “colaboração mútua ao enriquecimento ilícito” conhecido simplesmente como “corrupção”, não era difícil prever que grandes obras do nosso país como as de Angra dos Reis (Angra 3 e Petrobrás), estivessem também na lista de meios para tais práticas.

Em mais uma, das várias etapas que a Operação Lava-Jato deflagrou, foi preso o então Pres. da Eletronuclear o Engº Othon Luíz, juntamente com presidentes de outras grandes empresas como a Odebrecht, Andrade Gutierrez e outras… Com todos esse problemas em mão, era mesmo de se esperar que a classe trabalhadora iria sofre. Que a corda sempre arrebenta pro lado mais fraco. E que querendo ou não, quem sofre, é o trabalhador e sua família que tanto depende dessas grandes empresas.

A crise, parece não ter fundo…e quanto mais se cava, mais se encontra (e se afunda) problemas de corrupção e lavagem de dinheiro, formação de quadrilha, formação de cartel para licitações e outras acusações…De acordo com o delator, o prejuízo aos cofres públicos podem chegar à 88 bilhões de reais… dos quais…apenas 1,5 foram recuperados.sticpar_trabalhador triste

Na construção, já vem sofrendo a tempos, principalmente na cidade de Angra dos Reis, onde já foram demitidos mais de 2 mil trabalhadores neste ano.Os empresários da indústria da construção estão mais pessimistas sobre os próximos seis meses. A expectativa em relação ao nível de atividade registrou 37,7 pontos em outubro ante 39,5 pontos em setembro. O índice de expectativa do número de empregados assinalou 35,7 pontos frente a 37,3 pontos no mês passado. As informações são da Sondagem Indústria da Construção, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta segunda-feira (26). Os índices variam de zero a 100 pontos e valores abaixo de 50 pontos indicam pessimismo. A elevação do pessimismo em relação à atividade contribuiu para reduzir mais a intenção de investimento para os próximos meses. O indicador, que registrou 25,2 pontos em outubro, atingiu o menor valor da série histórica, iniciada em  novembro de 2013. Esse índice foi puxado, sobretudo, pelo setor de obras de infraestrutura, que assinalou 23, 1 pontos.

É de imensa tristeza ler notícias como essa. Pois se o empresario não pretende investir, não temos emprego. Logo, se não temos emprego, cresce fatores como violência, abandono escolar (diminuição na qualificação), aumento da população e várias outras coisas que tornam justamente, uma cidade mal vista ao empresário na hora da escolha.

Enfim, devemos esperar com cautela que se ajuste as contas nacional, e que se aplumem os rumos do crescimento do nosso país, afim de dar novamente um fôlego, uma luz no fim do túnel para toda essa problemática que parece irremediável…afim de poupar-nos novamente de três grandes males: tédio, vício e necessidade.

 

Sobre Anderson Reimberg

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